Shakira continua sua militância em prol dos diretos do refugiados

Da redaçãoShakira compartilhou ontem uma carta aberta criticando a tentativa do presidente Donald Trump de impedir a entrada de refugiados oriundos de países muçulmanos nos Estados Unidos. Hoje a cantora colombiana compartilhou em suas redes sociais um vídeo da UNICEF que em pouco mais de dois minutos mostra como foi a difícil luta de dois refugiados que fugiam da guerra em busca de um novo começo em outros países.

Com 80 anos de diferença, estes dois refugiados tem mais em comum d que você pensa. #RefugeesWelcome UNICEF

O intuito da divulgação do vídeo é, possivelmente, a conscientização da população para a importância do acolhimento dos refugiados por parte dos países que tem condições de possibilitar uma nova história para estas pessoas. Eles estão fugindo do terror, da guerra e muitas vezes deixando para trás até suas famílias.

Os Estados Unidos são um país construído com o apoio e o trabalho árduo de milhões de imigrantes que sonharam com o tão conhecido Sonho Americano, e como maior potência mundial é inadmissível que um presidente barre a entrada de imigrantes que buscam uma vida melhor. Não podemos simplesmente fechar os olhos e as fronteiras para essas pessoas levando em consideração o simples fato de terem nascido onde nasceram.

Relembre o que Shakira disse na Suíça no mês passado ao receber o prêmio Crystal Award no Fórum Econômico Mundial:

“Quanto mais numerosos são os rostos dos que nasceram na pobreza – mais difícil de ver e ter empatia com cada indivíduo e reconhecer que, se não fosse pela pura geografia do local onde nasceram; Eles poderiam ser um dos nossos filhos”.

De acordo com presidente americano, o objetivo do decreto é combater o terrorismo através de um decreto que suspende a entrada de cidadãos de sete países de maioria muçulmana nos Estados Unidos. São eles Síria, Iraque, Irã, Líbia, Sudão, Iêmen e Somália.

 

Atualmente o decreto está suspenso por um tribunal federal de apelação e terá o resultado final determinado pela Suprema Corte dos Estados Unidos em breve.